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Thursday, February 15, 2018

PT -- GUERRA NUCLEAR: 2.4 A planificação do ataque nuclear






MANLIO DINUCCI

GUERRA NUCLEAR

O PRIMEIRO DIA


De Hiroshima até hoje:

Quem e como nos conduzem à catástrofe



2.4  A planificação do ataque nuclear
Em 1965/1967, o arsenal americano atinge um máximo superior a 31.000 armas nucleares, às quis se juntam mais 300 britânicas e 35 francesas, levando o arsenal global da NATO a mais de 31.500. A URSS supera as 8.000 armas nucleares, enquanto a China possui 25.
A par e passo com o crescimento do próprio arsenal, o Pentágono desenvolve planos operacionais detalhados de guerra nuclear contra a URSS e a China. Um portfólio/pasta de 800 páginas tornado público em 2015 pelo National Archives and Records Administration (NARA),  o arquivo do governo dos EUA; contém uma lista (até àquele momento top secret) de milhares de objectivos na URSS, Europa Oriental e China, que os EUA se preparavam para destruir com armas nucleares, durante a guerra fria. Em 1959, o ano a que se refere a «target list» redigida em 1956, os EUA dispunham de 12 mil ogivas nucleares e mais 80 britânicas, enquanto a URSS possuía cerca de mil e a China ainda não tinha nenhuma.Sendo superior também nos meios de transporte das mesmas armas nucleares (bombardeiros e mísseis), o Pentágono considera viável, um ataque nuclear.
O plano prevê a «destruição sistemática» de 1.100 campos de aviação e 1.200 cidades. Moscovo seria destruída com 180 bombas termonucleares; Leningrado, com 145; Pequim, com 23. Muitas «áreas povoadas» seriam destruídas pelas « explosões nucleares ao nível do solo, para aumentar a recaída/queda radioactiva. Entre estas, Berlim Oriental, cujo bombardeamento nuclear comportaria «implicações desastrosas para Berlim Ocidental». O plano não é levado a cabo, porque a União Soviética adquire rapidamente a capacidade de atingir os Estados Unidos.
Apesar disso – referirá sucessivamente Paul Johnstone, durante dois decénios (1949-1969), analista do Pentágono para a planificação da guerra nuclear – entre os estrategas americanos está, naquele período, «um consenso geral que, se bem que uma troca nuclear provocasse graves danos aos Estados Unidos, com muitos milhões de mortos e uma capacidade baixa imediata de sustentar a guerra, os EUA continuariam a existir como nação organizada vital e, finalmente, prevaleceriam, enquanto a União Soviética não seria capaz de fazê-lo.

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