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Friday, January 15, 2021

RU -- Ларри Романофф -- Голод 1959 года в Китае -- 9 января 2021 г.

  

 

 

Голод 1959 года в Китае

Ларри Романофф, 9 января 2021 г.

 



CHINESE  ENGLISH  ESPAÑOL  NEDERLANDS  PORTUGUÊS  RUSSIAN

 

Большая часть мира в целом знакома с тем фактом, что Китай пережил Большой Голод в 1959-1961 годах. Опубликованные на Западе данные о жертвахкак правилосильно преувеличенынекоторые из этих оценок достигают 80 миллионов жизней или болеено из всегочто я смог узнать из первоисточниковфактическая сумма составляет около 20 миллионов человеческих жизней или может чуть большеОбсуждая причину этого ужасазападные СМИобозревателиавторы и книгоиздатели упоминают мимоходом серию стихийных бедствиймногочисленные крупные тайфуныпостоянные чрезмерные ливниболезни растенийкоторые одновременно нанесли ущерб Китаюно все это в их изложение  выстроено таким образомчто ведет фокус  нашего  внимания  ведется по цепочке

Thursday, January 14, 2021

CH -- 拉里·罗曼诺夫 -- 中国1959年的饥荒 -- 2021年1月6日

  

 

 

中国1959年的饥荒

 

By Larry Romanoff, January 06, 2021

拉里·罗曼诺夫,202116

 


 

世界上大多数人都知道中国在1959-1961年经历过一次大饥荒。西方国家公布的死亡人数往往被夸大了,有些人的死亡人数达到了8000万人甚至更多,但从我从原始资料中了解到的情况来看,实际死亡人数似乎是2000万人或者更多一点。在讨论原因时,西方媒体、专栏作家、作家和图书出版商不经意地提到了一系列的自然灾害、多次大台风、持续的暴雨、植物病害同时袭击了中国,但他们往往一致关注并将责任归咎于毛泽东。西方官方的说法是,毛把他所有的副官都吓坏了,为了避免可能的后果,他们报告了完全虚构的粮食收获量,这导致毛错误分配了大部分的粮食分配,因此现在承担了几乎所有死亡的责任。这是一个很好的故事,但就像大多数来自西方的历史一样,这不是真的。

 

Wednesday, January 13, 2021

NL – LARRY ROMANOFF -- De dood van Osama Bin Laden – January 11, 2021

 Dedood van Osama Bin Laden


Door Larry Romanoff, 11 januari 2021

 


 

Laten we eens kijken. We hebben zes Amerikaanse militaire helikopters met 77 mariniers die 600 kilometer een land in vliegen naar een kleine stad die 7 militaire bases bevat en minder dan 35 minuten van de hoofdstad van het land ligt. De helikopters landen op een wooncomplex dat slechts een paar honderd meter van de belangrijkste militaire basis ligt, maar het lokale leger weet niet dat er iets is gebeurd omdat de VS nieuwe geheime "stealth-helikopters" heeft die de miljoenen lokale inwoners zouden verhinderen om het vliegtuig tijdens hun 3 uur durende vlucht ergens te zien of te horen. En bovendien vlogen ze "laag, tussen de heuvels, om de radar te ontwijken". Ik weet dat ze dat kunnen, want ik heb dat ooit op TV gezien.

Tuesday, January 12, 2021

SP -- LARRY ROMANOFF -- La muerte de Osama bin Laden -- January 11, 2021

  

 

 

La Muerte de Osama Bin Laden


Por Larry Romanoff, 11 de enero de 2021

 

ENGLISH  ESPAÑOL

 

¿77 marines en un feroz tiroteo durante 40 minutos contra un hombre, unas mujeres y niños, todos desarmados? 6 helicópteros entre 7 bases militares, nadie los vio?

Veamos. Tenemos seis helicópteros militares de los EE.UU. que transportan a 77 marines, que vuelan 600 kilómetros dentro de un país a un pequeño pueblo que contiene 7 bases militares, y está a menos de 35 minutos de la capital de la nación. Los helicópteros aterrizan en un complejo de viviendas situado a sólo unos cientos de metros de la base militar principal, pero los militares locales no saben que haya pasado nada, porque los EE.UU. tienen unos nuevos "helicópteros sigilosos" secretos que impedirían a los millones de habitantes locales ver u oír a la aeronave en cualquier lugar durante su vuelo de 3 horas. Y además, volaron "bajo entre las colinas, para evitar el radar". Sé que pueden hacer esto, porque lo vi una vez en la televisión.

EN -- LARRY ROMANOFF -- The Death of Osama bin Laden -- January 10, 2021

   

 

 


The Death of Osama bin Laden

By Larry Romanoff, January 10, 2021


ENGLISH  ESPAÑOL


77 marines in a fierce firefight for 40 minutes against a man, a few women and children, all unarmed? 6 helicopters among 7 military bases, nobody saw them?


Let's see. We have six US military helicopters carrying 77 marines flying 600 kilometers into a country to a small town which contains 7 military bases and is less than 35 minutes from the nation's capital. The helicopters land at a housing compound situated only a few hundred meters from the main military base, but the local military doesn't know anything happened because the US has new secret "stealth helicopters" that would prevent the millions of local inhabitants from either seeing or hearing the aircraft anywhere during their 3-hour flight. And besides, they flew "low, between the hills, to avoid the radar". I know they can do that, because I saw that once on TV.

Sunday, January 10, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- A FOME NA CHINA EM 1959 -- January 09, 2021

 

 

 

A FOME NA CHINA EM 1959

 

Por Larry Romanoff, January 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS


 

A maior parte do mundo está, geralmente, familiarizada com o facto da China ter sofrido uma grande fome em 1959-1961. Os números da mortalidade publicados no Ocidente tendem a ser muito exagerados, alguns a atingir 80 milhões de vidas ou mais, mas de tudo o que posso assimilar das fontes originais, o verdadeiro total parece ser cerca de 20 milhões de vidas ou talvez um pouco mais. Ao discutir a causa desta mesma fome, os meios de comunicação mediática ocidentais, os colunistas, os autores e editores de livros mencionam arbitrariamente as séries de desastres naturais, os múltiplos tufões avassaladores, as tempestades excessivas persistentes, as doenças das plantas que afectaram a China em simultâneo, mas tendem a concentrar-se, unanimemente, em atribuir as culpas a Mao Tse Tung. A narrativa oficial ocidental é que Mao aterrorizou de tal forma todos os seus subordinados que estes relataram quantidades enormes de colheitas de cereais totalmente fictícias, a fim de evitar possíveis consequências, o que resultou Mao ter atribuído erradamente  a maior parte da distribuição dos alimentos e, por conseguinte, agora acumula quase toda a culpa dessas mortes. É uma boa história mas, como a maior parte da História que emana do Ocidente, não é verdadeira.

 

Fome ou escassez alimentar?

 

As catástrofes naturais, as inundações, os tufões, os insectos, não criaram a fome; criaram, unicamente, a escassez alimentar. Da mesma forma, a suposta má gestão de Mao pode (ou não pode) ter exacerbado a escassez dos alimentos, mas também não criou a fome. Ambas foram inoportunas mas desnecessárias. Se for à sua cozinha e encontrar os seus armários vazios, não morre de fome; vai ao supermercado e compra comida. Então, quando Mao descobriu a escassez de alimentos na sua cozinha, porque não foi ao supermercado? A resposta é que ele foi ao supermercado, mas o mesmo estava fechado. E a razão pela qual estava fechado é que os Banqueiros Judeus Europeus, com a sua influência sobre a recém-fundada ONU e o seu controlo sobre o governo dos EUA, conceberam um embargo alimentar mundial total contra a China, utilizando o exército dos EUA como o seu valentão para assegurar a retaliação militar caso houvesse incumprimento. (1) (2) (3) Assim, o mundo ocidental, o Canadá, a Austrália, os EUA e a Europa, todos esses países com enormes reservas alimentares excedentárias, sentaram-se e assistiram - durante três anos - enquanto 20 milhões de chineses morriam lentamente à fome, recusando-se a doar alimentos à China,abstendo-se de vender alimentos à China a qualquer preço. É verdade que o Canadá vendeu alguns cereais à China, mas foi no final, quando o embargo já estava a terminar e o montante era demasiado pequeno para ser de grande ajuda.

 

O embargo alimentar contra a China começou, de facto, mais cedo (em 1950) e continuou até 1972, sendo a primeira fase iniciada em retaliação ao envolvimento da China na Guerra da Coreia, "proposto" pelos americanos, mas que resultou numa pressão extrema através da ONU para o cumprimento a nível mundial.  (4) Foi admitido, abertamente, que o objectivo desta "guerra humanitária" visava causar a desintegração da China e, esperava-se, uma fragmentação, tal como aconteceu com a Índia.

 

Não foi, nem o desastre natural, nem a má gestão que causaram a fome na China. A única causa foi o embargo alimentar imposto pelos Judeus contra a China, o que foi, quase de certeza, um acto de retaliação. O conjunto das circunstâncias era o seguinte:

 

A História do Ocidente está corrompida

 

A História do Ocidente está de tal forma corrompida pelo controlo dos editores de livros e dos meios da comunicação mediática, que a maior parte do mundo ainda acredita que a tragédia dos 150 anos de ópio na China foi empreendida pelos britânicos. O que nunca foi verdade. Foram esses mesmos Banqueiros Judeus, os Rothschilds, Sassoons, Kadoories, Montefioris, Hardoons e outros, os responsáveis por todo o episódio do ópio na China, incluindo a destruição do Yuanmingyuan e da Academia de Hanlin, e o massacre durante a chamada "Rebelião Taiping". As enciclopédias judaicas admitem mesmo, categoricamente, que "o ópio na China era inteiramente um negócio judeu", e que Sassoon "não permitiria a participação de nenhum não-judeu". Claro que os britânicos desempenharam o seu papel, com a Rainha Victoria a dar a David Sassoon os direitos exclusivos da comercialização do ópio na China, bem como a induzir Hong Kong a dar-lhe uma base de distribuição. Mas o único papel activo desempenhado pelos britânicos foi o de concretizar o desejo dos judeus, utilizando a violência dos militares britânicos para forçar o seu cumprimento. No final desta desdita criminosa, estes judeus eram proprietários de grande parte da China e de, praticamente, toda a cidade de Shanghai.

 

Deste facto, um dos primeiros actos de Mao após a guerra, foi expulsar todos os judeus da China e confiscar todos os seus bens de ópio obtidos criminosamente, que incluíam toda a Shanghai e todas as sucursais do banco HSBC (que é inteiramente um banco judeu, não chinês de modo algum). (5) (6) As enciclopédias judaicas e várias páginas  web declaram apenas, que os judeus "partiram à pressa" após a guerra, mas não mencionam a razão pela qual partiram. Como nota secundária e mais informação limpa de impurezas da História Ocidental, é que a maioria dos judeus transportados para Shanghai antes da guerra, não estavam lá para fugir da Alemanha, mas porque tinham sido expulsos mais cedo do Japão. A Internet inglesa parece ter sido limpa de qualquer indício da expulsão dos judeus da China, e quase 100% da sua expulsão do Japão.

 

Isto é um aparte, mas as expulsões do Japão começaram na cidade de Nagasaki, fazendo sair à força todos os judeus em 1926 e é, possivelmente, a razão pela qual a cidade foi seleccionada como o segundo alvo para a bomba atómica.

 

Todos os acima mencionados deveriam ter sido presos e executados pelos seus enormes crimes contra a China e contra o povo chinês. Não consigo compreender por que razão não o foram.

 

É muitas vezes difícil e, por vezes, quase impossível documentar totalmente a responsabilidade das atrocidades que os judeus infligiram às nações ao longo dos anos, principalmente devido ao seu controlo dos meios de comunicação social e à sua prática de utilizar o que se chama uma "frente gentia" (idólatra, pagã, que não segue a religião hebraica) para os seus disfarces. Normalmente encorajam, ou coagem, outra nação, normalmente o Reino Unido ou os EUA, a fazer-lhes frente, a fazer propostas reais ou a lançar agressões militares verdadeiras. Depois, a História é emendada para excluir "o poder instalado por trás do trono" e o mundo culpa o carrasco, em vez do rei, que ordenou a decapitação. É precisamente este caso da fome na China, do ópio chinês, das guerras dos Boer, da fome ucraniana, e de tantos outros crimes contra a Humanidade.

 

Neste contexto, é muito importante compreender e apreciar o poder contido pelo controlo judeu dos meios da comunicação mediática ocidentais. Estes meios de comunicação, bem como os chamados "Historiadores" judeus, têm representado,repetidamente, a fome na China, em 1959, como uma forma de denegrir os chineses e pintar Mao como sendo um monstro desumano. Através do controlo dos meios de comunicação social, rejeitaram ou apagaram as múltiplas catástrofes naturais que atingiram a China simultaneamente, e forçaram todo o foco de atenção na suposta má gestão de Mao, convertendo uma escassez de alimentos inconveniente causada pela natureza, num acto de desumanidade brutal causado por um homem. Também eliminaram das reportagens da comunicação mediática e de todos os Compêndios de História - e da consciência pública - o facto do embargo alimentar mundial lançado contra a China, por essas mesmas pessoas.

 

Os meios de comunicação social mediática

 

O processo consiste, simplesmente, em coordenar os poucos proprietários dos meios de comunicação, a ler o mesmo guião, a forçar toda a atenção e discussão para o canal desejado, neste caso a suposta incompetência e desumanidade do Presidente Mao. Nenhum jornal, estação de rádio ou televisão, revista ou editora de livros irá permitir a distribuição de informação fora deste canal. Dentro do canal, nada é circunscrito ou censurado, sendo todas as observações permitidas, mas não será permitido nenhum artigo, comentários de leitores, noticiários, cartas ao editor, que contenha informação que contradiga este foco. Esta é uma medida de propaganda tão eficaz que hoje, mesmo dentro da China, aqueles que investigam a fome na China concentrar-se-ão nas actividades de Mao, ignorando o ‘elefante na sala’, o facto verdadeiro ou óbvio que é o embargo alimentar judeu à China, que foi a causa autêntica da fome e da morte através da fome, de 20 milhões de chineses.

 

Para além da odiosa propaganda anti-China, os mesmos meios de comunicação mediática, historiadores e colunistas transformaram lentamente a História de 20 milhões de chineses a morrer à fome para 20 milhões de chineses a morrer "sob a liderança de Mao", para 20 milhões de chineses a serem "mortos por Mao", número esse que depois cresceu em acréscimos de 20 milhões para 30, para 40 e 50 e hoje em dia, grande parte da sociedade ocidental acredita que Mao "matou" 80 milhões de pessoas do seu próprio povo. E assim, a maioria de tudo o que os ocidentais "sabem" sobre a China é uma mentira, fabricações criadas e ditadas pelos Banqueiros Judeus Europeus e divulgadas pelos seus leais representantes que são donos ou controlam praticamente toda a paisagem mediática do Ocidente.

 

Além do mais, esta não foi, de modo algum, a primeira vez que os judeus causaram fome maciça no mundo. Houve a fome de Bengala, na Índia, em 1770, onde cerca de um terço da população morreu e, o sucedido, foi inteiramente concretizado pelo homem, com os judeus Rothschilds e a sua British East India Company a forçarem os agricultores a cultivar ópio para vender na China e, por essa razão, não tinham comida. Mais de dez milhões morreram à fome neste acontecimento, morreu cerca de um terço de toda a população. Noutras ocasiões, Rothschild confiscou deliberadamente na Índia, a maior parte de uma colheita para vender no Reino Unido, enquanto incontáveis milhões de indianos morreram de fome. Do mesmo modo, foram os judeus bolcheviques que criaram a fome ucraniana de 1932-33, que matou à fome, pelo menos, 8 milhões de pessoas. Actualmente, os meios de comunicação social judeus e muitas organizações judaicas estão a tentar desesperadamente destruir esta verdade, afirmando que se trata de um embuste engendrado por "russos anti-semitas", mas é indiscutível. Aconteceu realmente como os ucranianos afirmam. De facto, muitas das fotografias que nos foram mostradas de enormes pilhas de cadáveres emagrecidos em extremo, não são de judeus mortos pelos alemães, como nos foi dito, mas de ucranianos mortos à fome pelos judeus. Há outros exemplos de fomes que estão a ser originadas por estas mesmas pessoas.

 

Gostaria de acrescentar um outro assunto a esta narrativa, o das infestações simultâneas de várias doenças de plantas e surtos de insectos que atingem o Nordeste da China para coincidir com os tufões e outras ocorrências que podemos culpar à Mãe Natureza. Ainda não tive ocasião de pesquisar a fundo este elemento, mas parecem-me curiosos, alguns aspectos destes acontecimentos biológicos, devido ao seu ‘timing e distribuição’. Nesta fase, não posso acusar os EUA de dar uma ajuda à natureza na criação da grande escassez alimentar da China, mas não seria a primeira vez e certamente não será a última. Há agora provas volumosas de que os EUA tiraram muito proveito do conhecimento adquirido da Unidade 731, de Shiro Ishii, e da transformação de insectos e doenças de plantas em armas biológicas, durante a Guerra da Coreia, quando enormes quantidades destes agentes patogénicos foram distribuídos por vastas áreas do nordeste da China. Se funcionou uma vez, deveria funcionar novamente.

 

E é claro que temos as invasões biológicas mais recentes da China, começando com o surto de SARS e culminando com sete surtos biológicos graves separados na China durante os últimos dois ou mais anos, culminando com a COVID-19 e uma gripe aviária gravemente patogénica, em 2019, a única nação do mundo a ter sofrido uma série de ataques deste tipo e cada um deles, com o seu próprio conjunto de circunstâncias extremamente suspeitas. Mais uma vez digo, que não é possível culpar abertamente os EUA destes ataques, mas ao reunir todos os factos conhecidos e ao considerar estes acontecimentos como partes ligadas de uma agenda ou programa, é impossível evitar uma forte suspeita de uma **‘mão negra’ americana.


Este artigo será actualizado com mais pormenores e muitos mais links de referência. Faz parte de uma série. Há muito mais sobre a História dos Judeus na China.


**(Termo histórico) um grupo de chantagistas e terroristas sicilianos formado na década de 1870 e a agir nos Estados Unidos, no início do séc. XX.

 

*

Os artigos do Snr. Romanoff foram traduzidos em 28 idiomas e postados em mais de 150 sites de notícias e política de idiomas estrangeiros, em mais de 30 países, bem como em mais de 100 plataformas em inglês. Larry Romanoff, consultor administrativo e empresário aposentado, ocupou cargos executivos de responsabilidade em empresas de consultoria internacionais e foi proprietário de uma empresa internacional de importação e exportação. Exerceu o cargo de Professor Visitante na Universidade Fudan de Shanghai,  ministrando casos de estudo em assuntos internacionais a turmas avançadas de EMBA. O Snr. Romanoff reside em Shanghai e, actualmente, está a escrever uma série de dez livros, de um modo geral, relacionados com a China e com o Ocidente. O seu arquivo completo pode ser visto em https://www.moonofshanghai.com/  e http://www.bluemoonofshanghai.com/  Pode ser contactado através do email: 2186604556@qq.com

 

A fonte original deste artigo é o site PRAVDA 

 

Larry Romanoff é um dos autores que contribuíram para a nova antologia de Cynthia McKinney, 'When China Sneezes'. Capítulo 2 – Lidar com Demónios

 


Copyright © Larry RomanoffMoon of ShanghaiBlue Moon of Shanghai, 2021

 

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos

Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Website: Moon of Shanghai

 

 


EN --- LARRY ROMANOFF -- China's 1959 Famine -- January 09, 2021

 



 

China's 1959 Famine

By Larry RomanoffJanuary 09, 2021

 


ENGLISH  ESPAÑOL NEDERLANDS PORTUGUÊS

 

Most of the world is generally familiar with the fact that China experienced a great famine in 1959-1961. The death tolls published in the West tend to be greatly exaggerated, some reaching 80 million lives or more, but from everything I can learn from the original sources the actual total appears to be about 20 million lives or perhaps a bit more. In discussing the cause, the Western media, columnists, authors, and book publishers casually mention the series of natural disasters, the multiple large typhoons, persistent excessive rainstorms, plant diseases that simultaneously inflicted China, but tend unanimously to focus on and allocate the blame to Mao Zedong. The official Western narrative is that Mao so terrified all his lieutenants that they reported totally fictitious grain harvest volumes so as to avoid possible repercussions, which resulted in Mao misallocating most of the food distribution and therefore now shoulders almost all the blame for those deaths. It's a good story but, as with most history emanating from the West, it's not true.

 

Famine or food shortage?


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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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