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Saturday, November 17, 2018

Prima Conferenza Internazionale Contro le Basi Militari USA/NATO in svolgimento a Dublino



Alla First International Conference Against US/NATO Military Bases (Prima Conferenza Internazionale Contro le Basi Militari USA/NATO) in svolgimento a Dublino, viene proiettato -- sabato 17 novembre,  circa alle 20 (ora italiana) -- il video del Comitato No Guerra No Nato in inglese ITALY: A WHOLE US/NATO STRATEGIC BASE (L’ITALIA BASE STRATEGICA USA/NATO), realizzato da Pandora TV.   Viene presentato all’assemblea plenaria da Jean Toschi Marazzani Visconti, portavoce della delegazione del Comitato No Guerra No Nato composta da quattro persone.

Alla Conferenza — organizzata congiuntamente dalla Peace and Neutrality Alliance (Irlanda) e dalla  Coalition Against US Foreign Military Bases (USA). partecipano come sostenitrici 35 organizzazioni internazionali e nazionali, da Nord America, Europa, Asia e Medio Oriente, tra cui il Comitato No Guerra No Nato. 

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Canale: streaming

Tuesday, February 27, 2018

IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra: Torna l’incubo dei missili a Comiso



Abbiamo bisogno di traduttori per queste lingue
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L’arte della guerra

Torna l’incubo dei missili a Comiso

Manlio Dinucci



Il piano fu preannunciato tre anni fa, durante l’amministrazone Obama, quando funzionari del Pentagono  dichiararono che «di fronte all’aggressione russa, gli Stati uniti stanno considerando lo spiegamento in Europa di missili con base a terra» (il manifesto, 9 giugno 2015). Ora, con l’amministrazione Trump, esso viene ufficialmente confermato.

Nell’anno fiscale 2018 il Congresso degli Stati Uniti ha autorizzato il finanziamento di «un programma di ricerca e sviluppo di un missile da crociera lanciato da terra da piattaforma mobile su strada». È un missile a capacità nucleare con raggio intermedio (tra 500 e 5500 km), analogo ai 112 missili nucleari da crociera schierati dagli USA a Comiso negli anni Ottanta. Essi vennero eliminati, insieme ai missili balistici Pershing 2 schierati dagli USA in Germania e agli SS-20 sovietici schierati in URSS, dal Trattato sulle Forze Nucleari Intermedie (INF), stipulato nel 1987. Esso proibisce lo schieramento di missili con base a terra e gittata compresa tra 500 e 5500 km.

Washington accusa ora Mosca di schierare missili di questa categoria e dichiara che, «se la Russia continua a violare il Trattato INF, gli Stati uniti non saranno più vincolati da tale trattato», ossia saranno liberi di schierare in Europa missili nucleari a raggio intermedio con base a terra.

Viene però ignorato un fatto determinante: i missili russi (ammesso che siano a raggio intermedio) sono schierati in funzione difensiva in territorio russo, mentre quelli statunitensi a raggio intermedio sarebbero schierati in funzione offensiva in Europa a ridosso del territorio russo. È come se la Russia schierasse in Messico missili nucleari puntati sugli Stati uniti.

Poiché continua la escalation USA/NATO, è sempre più probabile lo schieramento di tali missili in Europa. Intanto l’Ucraina ha testato agli inizi di febbraio un missile a raggio intermedio con base a terra, realizzato sicuramente con l’assistenza USA.

I nuovi missili nucleari statunitensi – molto più precisi e veloci dei cruise degli anni Ottanta – verrebbero schierati in Italia e probabilmente anche in paesi dell’Est, aggiungendosi alle bombe nucleari Usa B61-12 che arriveranno in Italia e altri paesi dal 2020.

In Italia, i nuovi Cruise sarebbero con tutta probabilità di nuovo posizionati in Sicilia, anche se non necessariamente a Comiso. Nell’isola vi sono due installazioni USA di primaria importanza strategica. La stazione Muos di Niscemi, una delle quattro su scala mondiale (2 negli Usa, 1 in Australia e 1 in Sicilia)  del  sistema di comunicazioni satellitari che collega a un’unica rete di comando tutte le forze statunitensi, anche nucleari, in qualsiasi parte del mondo si trovino. La Jtags, stazione di ricezione e trasmissione satellitare dello «scudo anti-missili» statunitense, che sta per devenire operativa a Sigonella. È una delle cinque su scala mondiale (le altre si trovano negli  Stati Uniti, in Arabia Saudita, Corea del Sud e Giappone).

La stazione, che è trasportabile, serve non solo alla difesa anti-missile ma anche alle operazioni di attacco, condotte da basi avanzate come quelle in Italia.

«Gli Stati Uniti – spiega il Pentagono nel rapporto «Nuclear Posture Review 2018» – impegnano armi nucleari, dispiegate in basi avanzate in Europa, per la difesa della NATO. Queste forze nucleari costituiscono un essenziale legame politico e militare tra Europa e Nord America».

Legandoci alla loro strategia non solo militarmente ma politicamente, gli Stati uniti trasformano sempre più il nostro paese in base avanzata delle loro armi nucleari puntate sulla Russia e, quindi, in bersaglio avanzato su cui sono puntate le armi nucleari russe. 

Il manifesto, 27 febbraio 2018



NO WAR NO NATO


PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra: Regressa o pesadelo dos mísseis em Comiso





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A Arte da Guerra

Regressa o pesadelo dos mísseis em Comiso

Manlio Dinucci


O plano foi pré-anunciado há três anos, durante a Administração Obama, quando os oficiais do Pentágono declararam que, «perante a agressão russa, os Estados Unidos estão a considerar a instalação de mísseis terrestres na Europa, com base no solo» (Il manifesto, 9 de Junho 2015). Agora, com a Administração Trump, o mesmo está oficialmente confirmado.

No ano fiscal de 2018, o Congresso dos Estados Unidos autorizou o financiamento de «um programa de pesquisa e desenvolvimento de um míssil de cruzeiro lançado a partir do solo, por uma plataforma móvel numa estrada». É um míssil de capacidade nuclear com um raio de alcance intermédio (entre 500 e 5500 km), semelhante aos 112 mísseis nucleares Cruise instalados pelos Estados Unidos em Comiso, na década de 1980. Eles foram eliminados, juntamente com os mísseis balísticos Pershing 2, colocados pelos EUA na Alemanha e com os SS-20 soviéticos, colocados na URSS, de acordo com o Tratado de Forças Nucleares Intermédias (INF), assinado em 1987. O mesmo proíbe a instalação de mísseis terrestres com base no solo e alcance entre 500 e 5500 km.

Washington agora acusa Moscovo de instalar mísseis desta categoria e declara que «se a Rússia continuar a violar o Tratado INF, os Estados Unidos não estarão mais vinculados por esse tratado», ou seja, serão livres para implantar, na Europa, mísseis nucleares de alcance intermedio com base de lançamento a partir do solo.

No entanto, é ignorado um facto decisivo: os mísseis russos (admitindo que eles são de alcance intermédio) estão instalados numa posição defensiva, no território russo, enquanto os mísseis de alcance intermédio dos EUA são colocados  numa posição ofensiva, na Europa, perto do território russo. É como se a Rússia tivesse colocado mísseis nucleares voltados para os Estados Unidos, no México.

Visto que continua a escalada EUA/NATO, a instalação de tais mísseis na Europa, é cada vez mais provável. Entretanto, no início de Fevereiro, a Ucrânia testou um míssil de alcance intermédio terrestre, que certamente foi criado com a assistência dos EUA.

Os novos mísseis nucleares dos EUA - muito mais precisos e rápidos do que os mísseis de cruzeiro dos anos oitenta - serão implantados na Itália e provavelmente também nos países de Leste, juntando-se às bombas nucleares norte-americanas B61-12, que chegarão à Itália e a outros países, a partir de 2020.

Na Itália, os novos mísseis de cruzeiro, serão provavelmente posicionados, de novo, na Sicília, embora não necessariamente em Comiso. Na ilha existem duas instalações dos EUA, de primeira importância estratégica. A estação MUOS, de Niscemi, uma das quatro, em escala mundial (2 nos EUA, 1 na Austrália e 1 na Sicília) do sistema de comunicações por satélite que liga, a uma única rede de comando, todas as forças dos EUA, até mesmo as forças nucleares, em qualquer lugar do mundo onde se encontrem. O JTAGS, uma estação de recepção e transmissão de satélite do «escudo anti-míssil» dos EUA, está prestes a funcionar, em Sigonella. É um dos cinco a escala mundial (os outros estão nos Estados Unidos, na Arábia Saudita, na Coreia do Sul e no Japão).

A estação, que é transportável, serve não só a defesa anti-míssil, mas também as operações de ataque, conduzidas por bases avançadas como as da Itália.

"Os Estados Unidos - explica o Pentágono no relatório «Nuclear Posture Review 2018» - empregam armas nucleares, instaladas em bases avançadas, na Europa, para a defesa da NATO. Essas forças nucleares constituem, essencialmente, um vínculo político e militar essencial entre a Europa e a América do Norte».

Ligando-nos à sua estratégia, não só militarmente, mas  também politicamente, os Estados Unidos transformam cada vez mais o nosso país numa base avançada das suas armas nucleares apontadas para a Rússia e, portanto, num alvo avançado sobre o qual estão apontadas, as armas nucleares russas.


Il manifesto, 27 de Fevereiro 2018


NO WAR NO NATO


Wednesday, January 31, 2018

DE -- Manlio Dinucci: Die Kunst des Krieges: «America First» Waffen, auf unsere Köpfe gerichtet!



Die Kunst des Kriege 
«America First» Waffen, auf unsere Köpfe gerichtet!
Manlio Dinucci

Präsident Trump ist beim "Weltwirtschaftsforum" in Davos aus dem Hubschrauber ausgestiegen. Hier, vor den Blechbläsern des Freiburger Orchesters, kündigte er an: «Die Welt erlebt das Wiederauferstehen eines starken und wohlhabenden Amerikas», dank der Steuersenkungen und Reformen, die seine Regierung nach dem Prinzip «America First» durchführte, das stellt Amerika an die erste Stelle.

Das bedeutet nicht Amerika allein: wenn die Vereinigten Staaten wachsen, so auch die Welt. Aber, fügte er hinzu, «wir können keinen freien und offenen Handel haben, wenn einige Länder das System auf Kosten anderer ausbeuten». Besonders deutlich wird dies für China und Russland, die wegen "industrieller Subventionen und einer allgegenwärtigen staatlichen Wirtschafts-Planung" der "Verzerrung der globalen Märkte" beschuldigt werden.

Der Kern der Frage taucht folglich auf: Die Vereinigten Staaten sind immer noch die weltweit führende Wirtschaftsmacht, insbesondere dank der Hauptstädte, die sie zur Beherrschung des globalen Finanzmarktes nutzen, der multinationalen Konzerne, mit denen sie Ressourcen auf allen Kontinenten ausbeuten, ihrer eigenen Technologie-Patente und der allgegenwärtigen Rolle ihrer multimedialen Gruppen, die Meinungen und Wege auf einer planetarischen Skala beeinflussen.

Ihre wirtschaftliche Vorherrschaft (einschließlich des Dollars) wird jedoch zunehmend durch neue Staaten und soziale Akteure gefährdet. Vor allem China: Sein Brutto-Nationaleinkommen stieg nach den USA auf den zweiten Platz an. China ist die «Fabrik der Welt», in der auch viele große US-Konzerne produzieren. Es ist daher der weltweit führende Exporteur von Waren geworden. Im Gegenzug erhöht China seine Investitionen sowohl in den USA als auch in der EU und in Afrika, Asien und Lateinamerika (in diesen Bereichen vor allem in Bezug auf Infrastrukturen).

Das ehrgeizigste Projekt, das 2013 von China initiiert und von Russland geteilt wurde, ist das der "Neuen Seidenstraße": ein Land (Straße und Schiene) und ein maritimes Netz, das China durch Zentral- und Westasien und durch Russland mit Europa verbindet. Wenn das Projekt (das keine militärischen Komponenten enthält) nach der ursprünglichen Idee verwirklicht wird, würde es die geopolitische Architektur des gesamten Eurasiens umformen und ein neues Netzwerk der wirtschaftlichen und politischen Beziehungen zwischen den Staaten des Kontinents schaffen.

Die von den Vereinigten Staaten geförderte Globalisierung, die davon überzeugt sind, sie zu dominieren, wendet sich jetzt gegen sie. Die Erhöhung der Zölle für Waschmaschinen und Solar-Module um 50%, die von der Regierung Trump eingeführt wurden, um den Export Chinas und Südkoreas zu beeinflussen, sind kein Zeichen von Stärke, sondern von Schwäche.

Auf der Ebene der wirtschaftlichen Globalisierung verlieren die USA ihren Fokus auf militärische Globalisierung: «Wir machen historische Investitionen in das amerikanische Militär - verkündete Trump in Davos - weil wir keinen Wohlstand ohne Sicherheit haben können».

Die USA haben bereits Stützpunkte und andere militärische Einrichtungen in über 70 Ländern, insbesondere in Russland und China. In mehr als 170 Ländern sind US-Truppen stationiert. Europäische Mächte der NATO schließen sich dieser Strategie an, obwohl sie gegensätzliche Interessen mit den USA haben und sich unter US-Führung aufstellen, wenn es darum geht, die vom Westen dominierte wirtschaftliche und politische Ordnung zu verteidigen.

Dies ist das Szenario der immer gefährlicheren Eskalation der USA/NATO in Europa gegen Russland, das als Feind dargestellt wird, der uns aus dem Osten bedroht. Jede Debatte über die "Europäische Union" und über den Euro, die dieses Thema ignoriert, bedeutet, ein Spiel mit gefälschten Karten vor den Wählern zu spielen, wie dies im aktuellen Wahlkampf der Fall ist.

Manlio Dinucci 

Il manifesto - 30. Januar 2018
NO WAR NO NATO

Alle Videos von Manlio Dinucci:

 Alle Übersetzungen von Manlio Dinucci Artikel:

Übersetzung: Renate Shany`Sha Rehberg

Tuesday, January 30, 2018

EN -- Manlio Dinucci -- The art of war: «America First» armed on our heads

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The art of war

«America First» armed on our heads

Manlio Dinucci

President Trump disembarked from the helicopter at the World Economic Forum in Davos. Here, preceded by the brass players of the orchestra of Friborg, he announced that «The world is witnessing the resurgence of a strong and prosperous America», thanks to the tax cuts and reforms implemented by his administration on the principle of «America First», that is putting America in the first place.

This «does not mean America alone: ​​when the United States grows, so does the world». But, he added, «we cannot have free and open trade if some countries exploit the system at the expense of others». The reference is especially clear to China and Russia, accused of «distorting global markets» through «industrial subsidies and a pervasive state-led economic planning».

The crux of the question consequently emerges. The United States is still the world leading economic power, especially thanks to the capitals they use to dominate the global financial market, the multinationals which they exploit resources with in every continent, their owned technological patents, the pervasive role of their multimedia groups influencing people’ opinions and ways on a planetary scale.

Their economic supremacy (including the dollar), however, is being increasingly endangered by new States and social actors emerging. First of all China: its gross national income rose up to the second world place after the US. China is the «factory of the world» in which also many large US groups produce. It has therefore become the world leading exporter of goods. In return, China is increasing investments both in the US and in the EU, and in Africa, Asia and Latin America (in these areas on infrastructures above all).

The most ambitious project, launched by China in 2013 and shared by Russia, is that of the New Silk Road: a land (road and rail) and maritime network connecting China to Europe through Central and Western Asia and through Russia. If the project (which does not include military components) is accomplished according to the original idea, it would reshape the geopolitical architecture of the whole Eurasia, creating a new network of economic and political relations between the States of the continent.

The globalization that  United States promoted, confident of  dominating it, now turns against them. The increasing of 50% on duties for washing machines and solar panels, set by the Trump administration to affect  China’s and South Korea’s export, are not a sign of strength but weakness.

Losing ground on the economic globalization level, United States is focusing on military globalization: «We are making historic investments in the American military - announced Trump in Davos - because we cannot have prosperity without security».

The US already has bases and other military installations in over 70 countries, especially around Russia and China. There are more than 170 countries where US troops are deployed. European powers of NATO join in this strategy, despite having contrasts of interest with the US, and line up under US leadership when it comes to defending the economic and political order dominated by the West.

This is the scenario of the increasingly dangerous US/NATO escalation in Europe against Russia, represented as the enemy threatening us from the East. Any debate on the European Union and on the Euro ignoring this issue, means playing a game with rigged cards in front of the voters, as they do in the current electoral campaign.

(il manifesto, 30 January, 2018)

IT -- Manlio Dinucci -- L’arte della guerra: «America First» armata sulle nostre teste

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L’arte della guerra

«America First» armata sulle nostre teste

Manlio Dinucci



Il presidente Trump è sbarcato dall’elicottero al Forum economico mondiale di Davos. Qui, preceduto dai suonatori di ottoni dell’orchestra di Friburgo, ha annunciato che «il mondo sta assistendo alla rinascita di una forte e prosperosa America», grazie alle riduzioni di tasse e riforme attuate dalla sua amministrazione in base al principio «America First», ossia quello di mettere l’America al primo posto.Ciò «non significa America da sola: quando gli Stati Uniti crescono, cresce tutto il mondo». 

Ma, ha aggiunto, «non possiamo avere un commercio libero e aperto se alcuni paesi sfruttano il sistema a spese di altri». Chiaro il riferimento soprattutto alla Cina e alla Russia, accusate di «distorcere i mercati globali» attraverso «sussidi industriali e una pervasiva pianificazione economica a guida statale».  

Emerge così il nodo della questione. Gli Stati Uniti sono ancora la prima potenza economica del mondo, soprattutto grazie ai capitali con cui dominano il mercato finanziario globale, alle multinazionali con cui sfruttano risorse di ogni continente, ai brevetti tecnologici in loro possesso, al ruolo pervasivo dei loro gruppi multimediali che influenzano le opinioni e i gusti della gente su scala planetaria. 

La loro supremazia economica (compresa quella del dollaro) viene però messa sempre più in pericolo dall’emergere di nuovi soggetti statuali e sociali. Anzitutto la Cina: salita come reddito nazionale lordo al secondo posto mondiale dopo gli USA, essa è la «fabbrica del mondo» in cui producono anche molti grandi gruppi statunitensi. È quindi divenuta il primo esportatore mondiale di merci. A sua volta essa effettua crescenti investimenti sia negli USA e nella UE, sia in Africa, Asia e America Latina (qui soprattutto in infrastrutture).

Il progetto più ambizioso, varato dalla Cina nel 2013 e condiviso dalla Russia, è quello di una nuova Via della Seta: una rete terrestre (viaria e ferroviaria) e marittima che collega la Cina all’Europa attraverso l’Asia Centrale e Occidentale e attraverso la Russia. Se fosse realizzato secondo l’idea originaria, il progetto, che non include componenti militari, rimodellerebbe l’architettura geopolitica dell’intera Eurasia, creando una nuova rete di rapporti economici e politici tra gli stati del continente.

Quella globalizzazione che gli Stati Uniti hanno promosso, fiduciosi di poterla dominare, si ritorce ora contro di loro. I dazi fino al 50% su lavatrici e pannelli solari, stabiliti dall’amministrazione Trump per colpire le esportazioni di Cina e Corea del Sud, sono una prova non di forza ma di debolezza. 

Perdendo terreno sul piano della globalizzione economica, gli Stati Uniti puntano sulla globalizzazione militare: «Stiamo facendo investimenti storici nel militare americano – ha annunciato Trump a Davos – poiché non possiamo avere prosperità senza sicurezza».

Gli USA hanno già oggi basi e altre installazioni militari in oltre 70 paesi, soprattutto attorno alla Russia e alla Cina. I paesi in cui sono dispiegate truppe USA sono oltre 170. In tale strategia sono affiancati dalle potenze europee della NATO, le quali, pur avendo con gli USA contrasti di interesse, si schierano sotto la leadership statunitense quando si tratta di difendere l’ordine economico e politico dominato dall’Occidente.

 Questo è lo scenario in cui si inserisce la sempre più pericolosa escalation USA/NATO in Europa contro la Russia, presentata come il nemico che ci minaccia da Est. Dibattere di Unione Europea ed euro indipendentemente da tutto questo, come si fa nell’attuale campagna elettorale, significa giocare di fronte agli elettori una partita con carte truccate.

Il manifesto, 30 gennaio 2018

Tutti i video 'L'arte della guerra' di Manlio Dinucci:

https://www.pandoratv.it/category/opinioni/manlio-dinucci-opinioni/


NO WAR NO NATO

Thursday, January 4, 2018

IT -- IN RICORDO DI FERDINANDO IMPOSIMATO: LA SUA DENUNCIA DEL RUOLO DELLA NATO NELLE STRAGI

IN RICORDO DI FERDINANDO IMPOSIMATO: LA SUA DENUNCIA DEL RUOLO DELLA NATO NELLE STRAGI

Comitato promotore della campagna #NO GUERRA #NO NATO
Italy



JAN 3, 2018 — È morto Ferdinando Imposimato, un uomo che ha fatto della difesa della Costituzione il suo programma politico e umano di magistrato. Ha servito il popolo senza tatticismi, senza esitazioni, senza tornaconto personale.

Ha combattuto la mafia e il terrorismo, pagando per questo un prezzo durissimo: l'assassinio del fratello Franco per mano della camorra.

Il Comitato No Guerra No Nato, di cui egli è stato uno dei promotori, lo ricorda con profonda gratitudine per il grande contributo che ha dato alla lotta per un’Italia sovrana e neutrale, per l’attuazione dell’Articolo 11 della Costituzione.

Il modo migliore per ricordarlo è diffondere il suo intervento al Convegno in cui il CNGNN presentò il suo programma nell’ottobre 2015. Invitiamo tutti voi a farlo conoscere nel modo più ampio possibile.

Nel suo intervento al Convegno, il magistrato Ferdinando Imposimato, Presidente Onorario della Suprema Corte di Cassazione, riassume i risultati delle indagini da lui condotte, dalle quali emerge il ruolo della Nato nelle stragi che hanno insanguinato l’Italia.

Una precisa denuncia, ignorata da quel mondo politico-mediatico che formalmente oggi ne onora la memoria.



PT -- EM MEMÓRIA DE FERDINANDO IMPOSIMATO: A SUA DENÚNCIA DO PAPEL DA NATO NAS ESTRATÉGIAS




EM MEMÓRIA DE FERDINANDO IMPOSIMATO: A SUA DENÚNCIA DO PAPEL DA NATO NAS ESTRATÉGIAS

Comissão promotora da campanha #NO WAR #NO NATO
Itália
JAN 3, 2018 - Ferdinando Imposimato morreu, um homem que fez da defesa da Constituição, o seu programa político e humano de magistrado. Serviu o povo sem tácticas, sem hesitação, sem ganho pessoal.
Combateu a máfia e o terrorismo, pagando um preço duríssimo: o assassinato do seu irmão Franco, às mãos da Camorra.
A Comissão No Guerra No NATO, da qual foi um dos promotores, recorda-o com profunda gratidão pelo grande contributo que deu à luta por uma Itália soberana e neutra, para a execução do Artigo 11 da Constituição.
A melhor maneira de recordá-lo é divulgar a sua intervenção na Convenção, onde o CNGNN apresentou o seu programa, em Outubro de 2015. Convidamos todos a divulgá-lo do modo mais amplo possível.
No seu discurso na Convenção, o magistrado Ferdinando Imposimato, Presidente Honorário do Supremo Tribunal de Cassação, resume os resultados das investigações conduzidas por ele, do qual surge o papel da NATO nos massacres que ensanguentaram a Itália.
Uma denúncia categórica, ignorada por esse mundo da comunicação mediática política que, hoje,  enaltece formalmente  a sua memória.



FR -- En souvenir de Ferdinando Imposimato : sa dénonciation du rôle de la NATO dans les massacres






En souvenir de Ferdinando Imposimato : sa dénonciation du rôle de la NATO dans les massacres

3 janvier 2018


Hier, 2 janvier 2018, est mort Ferdinando Imposimato, un homme qui a fait de la défense de la Constitution italienne son programme politique et humain de magistrat. Il a servi le peuple sans tactiques, sans hésitations, sans intérêt personnel.

Il a combattu la mafia et le terrorisme, payant pour cela un prix très dur : l’assassinat de son frère Franco par la camorra.

Le Comité No Guerra No Nato (CNGNN), dont il a été un des promoteurs, lui rend hommage avec une profonde gratitude pour la grande contribution qu’il a apportée à la lutte pour une Italie souveraine et neutre, pour la mise en acte de l’Article 11 de la Constitution.

La meilleure façon de se souvenir de lui est de diffuser son intervention au Congrès où le CNGNN présenta son programme en octobre 2015. Nous vous invitons à le faire connaître le plus amplement possible.

Dans son intervention au Congrès, le magistrat Ferdinando Imposimato, Président Honoraire de la Cour Suprême de Cassation, récapitule les résultats des enquêtes qu’il a menées, d’où émerge le rôle de l’Otan dans les massacres qui ont ensanglanté l’Italie.

Dénonciation précise, ignorée par ce monde politico-médiatique qui aujourd’hui honore formellement sa mémoire.




Traduction : Marie-Ange Patrizio




Saturday, December 2, 2017

UPDATES -- Comitato promotore della campagna #NO GUERRA #NO NATO



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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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