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Monday, October 16, 2017

Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra: Bipartidário, o Rearmamento dos EUA contra a Rússia

Senate Armed Services Committee Chairman Sen. John McCain, R-Ariz., flanked by Sen. Ben Cardin, D-Md., left, and Sen. Bob Menendez, D-N.J., speaks during a news conference on Capitol Hill, Jan. 10, 2017, to announce legislation lawmakers are introducing t


A Arte da Guerra

Bipartidário, o Rearmamento dos EUA contra a Rússia

Manlio Dinucci

Os Democratas, que, todos os dias, atacam o republicano Trump pelas suas declarações bélicas, votaram no Senado juntamente com os Republicanos, a favor do aumento, em 2018, do orçamento do Pentágono, em 700 biliões de dólares - 60 biliões a mais do que o pedido pelo mesmo Trump. Adicionando os 186 biliões de dólares anuais para militares aposentados e para outras vozes, a despesa militar dos EUA totaliza cerca de 1 trilião de dólares, ou seja, um quarto do orçamento federal.

Foi decisivo, o voto unânime da Comissão dos Serviços Armados, composta de 14 senadores republicanos e 13 democratas. A Comissão salientou que «os Estados Unidos devem fortalecer a dissuasão da agressão russa: a Rússia continua a ocupar a Criméia, a desorganizar a Ucrânia, a ameaçar os nossos aliados da NATO, a violar o Tratado de INF de 1987  sobre a desmantelação de mísseis balísticos nucleares de alcance intermédio (500 a 5500 kms) e a apoiar o regime de Assad na Síria ». Também acusou a Rússia de liderar «um ataque sem precedentes aos nossos interesses e valores fundamentais», em particular, através de "uma campanha destinada a minar a democracia dos Estados Unidos". Uma verdadeira declaração de guerra, com a qual a instituição bipartidária motiva o fortalecimento de toda a máquina de guerra dos EUA.

Estes são alguns dos tópicos da despesa, do ano fiscal de 2018 (iniciado em 1 de Outubro de 2017): 10,6 biliões de dólares para comprar 94 caças F-35, mais 24 biliões do que exigido pela administração Trump; 17 biliões para o «escudo anti-míssil» e para actividades militares espaciais, 1,5 biliões mais do que o montante solicitado pela Administração; 25 biliões para construir outros 13 navios de guerra, mais 5 biliões do que o que foi exigido pela Administração Trump.

Dos 700 biliões de dólares do orçamento de 2018, 640 são destinados principalmente à compra de novos armamentos e à manutenção do pessoal militar, cujos salários são aumentados, elevando o custo anual para 141 biliões de dólares; 60 biliões são usados para as operações de guerra na Síria, no Iraque, no Afeganistão e noutros lugares. Como também 1,8 bilião de dólares são destinados à formação e ao equipamento das forças armadas sob o comando dos EUA, na Síria e no Iraque, e 4,9 biliões para o «Fundo das Forças de Segurança do Afeganistão».

A «Iniciativa de Tranquilização da Europa» lançada, em 2014, pela Administração Obama após a «agressão revanchista russa na Ucrânia», ascende, em 2018, a 4,6 biliões de dólares: serve para aumentar a presença das forças navais couraçadas dos EUA e o «pré-posicionamento estratégico» dos armamentos dos EUA na Europa. Também estabeleceram 500 milhões de dólares para fornecer «assistência letal» (ou seja, armas) à Ucrânia.

O aumento do orçamento do Pentágono arrasta o orçamento dos outros membros da NATO sob o comando dos EUA, incluindo o da Itália, cujas despesas militares, dos actuais 70 milhões por dia, deverá subir para 100. Ao mesmo tempo, o orçamento do Pentágono prevê o que se está a preparar para a Itália. Entre as rubricas de gastos menores, mas não menos importantes, existem 27 milhões de dólares para a base Aviano, provando que continua a sua actualização para a instalação das novas bombas nucleares B 61-12 e 65 milhões para o programa de pesquisa e desenvolvimento de «um novo míssil terra-ar inovador de alcance intermédio para começar a reduzir a lacuna na capacidade causado pela violação da Rússia, do Tratado de INF".

Por outras palavras, os Estados Unidos têm um programa para distribuir na Europa, mísseis nucleares semelhantes aos Pershing 2 e aos Cruise dos anos oitenta, estes últimos instalados também na Itália, em Comiso. É o que anuncia a Comissão dos Serviços Armados, no Senado dos Estados Unidos, com o seu voto bipartidário unânime.

Il manifesto, 17 de Outubro de 2017


Appello 

NO ALLE BOMBE NUCLEARI IN ITALIA


Sottotitolato in inglese, italiano,francese, portoghese, rumeno (per scegliere la lingua cliccare sulla ruota dentata)
  

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos


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