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Saturday, October 17, 2020

PT -- LARRY ROMANOFF A Traição dos Judeus à Alemanha e a Causa da Segunda Guerra Mundial

 


A  Traição dos Judeus à Alemanha e a Causa da Segunda Guerra Mundial

LARRY ROMANOFF – October 14, 2020



A verdadeira origem das duas guerras mundiais constitui uma parte crucial da nossa História moderna, cuja verdade foi excluída de todos os Compêndios de História e substituída pela mitologia da culpa da Alemanha. Este artigo é uma pequena tentativa de corrigir parte desse registo. Excerto da introdução ao artigo A Campanha de Agressividade contra a China  (que deve ser lido como complemento deste artigo):

Não deveria ser segredo, embora ainda pareça ser, que nenhuma das duas guerras mundiais foi iniciada (ou desejada) pela Alemanha, mas foi a criação de um grupo de judeus sionistas europeus com a intenção declarada de destruir totalmente a Alemanha. [1][2][3][4][5][6][7]No entanto, essa tese não é o propósito deste ensaio e não vou expandi-la, mas o conteúdo deve provar certamente ao leitor comum que a Primeira Guerra Mundial  se encaixa nesta descrição. O objecivo principal deste ensaio é demonstrar não só que a 'História se repete', mas que a História que se repete hoje, é uma preparação em massa da população do mundo ocidental (mas principalmente dos americanos) para a Terceira Guerra Mundial - que acredito, que agora está prestes a acontecer. 


Por um lado, inclui a deslealdade dos judeus sionistas ao trair a Alemanha - que tinha sido uma nação bastante acolhedora para os judeus - e a conspiração para obter a Palestina em troca dessa traição. Por outro lado, poucas pessoas parecem estar cientes de que os judeus declararam abertamente uma guerra mundial contra a Alemanha, muito antes da Segunda Guerra Mundial, cujas consequências económicas foram bastante graves. A intenção declarada, ao organizar um boicote mundial a todos os bens alemães, era destruir a economia da Alemanha e matar à fome um terço da população alemã - como punição por recusar curvar-se ao ultimato judeu para exonerar Hitler (Chanceler da Alemanha) e reintegrar todos os judeus nos seus antigos cargos no governo. Os judeus não podem escapar à acusação de que foram os responsáveis do ressentimento havido dentro da Alemanha, contra o seu próprio povo.


Cabeçalhos dos jornais de Março de 1938: O Chefe de um jornal de destaque do Reino Unido escreve que a influência judaica pode levar a Grã-Bretanha à guerra contra a Alemanha

Friday, December 6, 2019

Michał Kalecki -- Aspectos políticos do pleno emprego


22 de maio de 2010
Aspectos políticos do pleno emprego [1]
Michał Kalecki
Fonte: Choldraboldra


Este ensaio foi publicado pela primeira vez na Political Quarterly em 1943; é aqui reproduzido para fins educacionais sem fins lucrativos. Uma versão mais curta deste ensaio foi publicada em The Last Phase in the Transformation of Capitalism (Monthly Review Press, 1972).

Michał Kalecki

Monthly Review

I

Tradução / 1. Uma maioria consolidada dos economistas já é da opinião de que, mesmo em um sistema capitalista, o pleno emprego pode ser assegurado por um programa de gastos do governo, desde que haja um plano adequado para empregar toda a força de trabalho existente, e desde que a oferta de matérias-primas estrangeiras necessárias possa ser obtida em troca de exportações.

Se o governo assume o investimento público (por exemplo, constrói escolas, hospitais e estradas) ou subsidia o consumo de massa (por transferências às famílias, pela redução dos impostos indiretos, ou subsídios para manter baixos os preços dos bens de primeira necessidade), e se, além disso, essas despesas são financiadas pelo endividamento e não pela tributação (o que poderia afetar negativamente o investimento privado e o consumo), a demanda efetiva por bens e serviços pode ser aumentada até um ponto em que o pleno emprego seja alcançado. Este gasto governamental aumenta o emprego, note-se, não só diretamente, como também indiretamente, uma vez que os rendimentos mais elevados dele resultantes implicam em um segundo aumento na demanda por bens de consumo e de investimento.

2. Pode-se perguntar, de onde o público vai tirar o dinheiro para emprestar para o governo se não reduzir o seu investimento e consumo. Para entender esse processo, é melhor, penso eu, imaginar por um momento que o governo paga seus fornecedores em títulos públicos. Os fornecedores, em geral, não reterão esses títulos, mas os colocarão em circulação enquanto compram outros bens e serviços, e assim por diante, até que finalmente esses títulos atingirão pessoas ou empresas que os manterão como ativos remunerados. Em qualquer período de tempo, o aumento total de títulos públicos em poder (transitório ou definitivo) de pessoas e empresas será igual ao dos bens e serviços vendidos ao governo. Assim, o que a economia empresta ao governo são bens e serviços cuja produção é “financiada” por títulos do governo. Na realidade, o governo paga pelos serviços, não em títulos, mas em dinheiro, mas ele emite títulos simultaneamente e assim retira de circulação o dinheiro; e isto é equivalente ao processo imaginário descrito acima.

O que acontece, no entanto, se o público não estiver disposto a absorver todo o aumento de títulos públicos? O governo os oferecerá, por fim, para os bancos para obter dinheiro (papel-moeda ou depósitos) em troca. Se os bancos aceitarem essas ofertas, a taxa de juros será mantida. Se não, os preços dos títulos vão cair, o que significa um aumento na taxa de juros, e isso vai incentivar o público a deter mais títulos em relação aos depósitos. Segue-se que a taxa de juros depende da política bancária, da do banco central em particular. Se esta política visa manter a taxa de juros em um determinado nível, isto pode ser facilmente alcançado, independente do endividamento do governo. Essa foi e é a posição na presente guerra. Apesar dos deficits orçamentários astronômicos, a taxa de juros não mostrou qualquer aumento desde o início de 1940.

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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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