Labels

SUPPORT JULIAN ASSANGE

Showing posts with label PARTE 2. Show all posts
Showing posts with label PARTE 2. Show all posts

Saturday, October 30, 2021

PT – LARRY ROMANOFF — Nações Construídas sobre Mentiras — Como os EUA se Tornaram Ricos — Colonização, Trabalho e Escravatura — Volume 1 – Parte 2

 

 

Nações Construídas sobre Mentiras

Como os EUA se Tornaram Ricos

Volume 1 – Parte 2


© Larry Romanoff, October, 2021

 

Parte 2 – Colonização, Trabalho e Escravatura

 

Conteúdo Parte 2

 

Preâmbulo

A Democracia Cria Elites Ricas, não Nações Ricas

Colonialismo: A Verdade Amarga

Colonização ao estilo americano

Cultivar a Disparidade de Rendimentos

A visão americana da supremacia económica dos EUA, em 1948

A visão americana da supremacia económica dos EUA, em 2010

Prerrogativa Imperial

Trabalho, A Maldição do Capitalismo

Escravidão

 

Preâmbulo

 

Temos de considerar que o contexto geral da riqueza contém várias dimensões discretas que, na sua maioria, se excluem mutuamente. Um reino pode ser rico no sentido em que o seu monarca possui grande riqueza e poder, mas isso nada diz sobre os indivíduos que vivem nesse reino, uma vez que a riqueza do soberano pode provir inteiramente de ter despojado a população. A nossa população está também dividida em dimensões, em termos de classes sociais. Cada nação, rica ou pobre, tem uma classe alta rica, o que nada nos diz sobre a riqueza relativa da nação como um todo. Se um país tem uma classe média pequena e decrescente ou uma parte substancial da classe baixa que vive na pobreza, temos de aperfeiçoar a nossa compreensão do que significa realmente ser uma nação rica. Estes casos, que são indicativos de uma grande disparidade de rendimentos e onde um punhado relativo é rico enquanto a maioria não o é, não satisfariam o nosso entendimento de um país rico.


As nações sujeitas ao capitalismo não regulamentado enquadrar-se-ão geralmente na definição acima, com uma grande disparidade de rendimentos contendo um punhado relativo de ricos, mas com a pirâmide da riqueza a pender muito rapidamente para a pobreza. Num país capitalista não regulamentado como os EUA pode muita dessa riqueza residir nas suas grandes empresas e nos seus proprietários da elite, riqueza que não se filtra até aos trabalhadores. Como exemplo, podemos pensar na Apple, com alguns executivos muito ricos e várias centenas de biliões de dólares não tributados em paraísos fiscais (offshore), mas o trabalhador médio da Apple está longe de ser rico de acordo com  a maioria das definições e os cerca de um milhão de jovens que realmente fabricam e montam os produtos da Apple qualificar-se-iam como pobres. Em contraste, uma nação com uma inclinação mais socialista terá uma camada menor de grande riqueza e um nível de vida muito mais elevado para todo o resto, com uma classe média muito maior e pouca ou nenhuma pobreza.


Então, o que é que realmente queremos significar quando dizemos que um país é rico? Que o governo tem receitas enormes ou que o soberano possui uma grande riqueza? Que as suas empresas são extremamente rentáveis e que os seus banqueiros são extremamente ricos? Ou será que todos no país, incluindo as classes mais baixas, partilham dessa riqueza e que ninguém vive numa pobreza abjecta? No final, não é a extrema riqueza de alguns, mas o nível de vida de toda a população que devemos considerar. Para obter uma apreciação realista da riqueza de uma nação, precisamos de examinar não só os escalões superiores da sociedade, que são sempre ricos em todo o lado, mas sim o estatuto de segurança financeira dos menos privilegiados dessa sociedade.

Thursday, July 1, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Propaganda e Meios de Comunicação Social -- Parte 2 -- Enganar em Larga Escala -- May 16, 2021

 





Propaganda e Meios de Comunicação Social -- Parte 2  

Enganar em Larga Escala -- 16 de Maio de 2021

Larry Romanoff para The SakerBlog, May16, 2021


Traduzido em exclusivo para a página PT do PRAVDA         

     

 

CHINESE   ENGLISH  PORTUGUESE SPANISH

 

Grande parte da atenção dos meios de comunicação social norte-americanos dirigida à China não está relacionada, de maneira nenhuma com notícias, mas faz parte de um extenso programa de propaganda concebido para infligir um enorme  desconforto ao governo chinês, utilizando a pressão política dos meios de comunicação social na tentativa de forçar a China a aceitar os interesses políticos e comerciais norte-americanos e europeus. É feito, frequentemente, na tentativa de atenuar a condenação de crimes empresariais (especialmente dos executivos de empresas, que estão potencialmente imunes a processos criminais nos EUA), ou para ajudar uma multinacional americana (ou europeia) a destruir as leis de consumo e de segurança alimentar de outros países. Este procedimento não se limita à China; uma obstrução mediática tão intensa pode ocorrer contra os melhores amigos, incluindo o Canadá, a Alemanha, a França e o Reino Unido.


O ponto importante desta questão é que uma inundação dos meios da comunicação social não acontece por acidente. Estas circunstâncias são criadas através de planificação, por meio de reuniões, discussões e estratégias organizadas para criar o maior desconforto e pressão política e quase certamente irão envolver a empresa, muitos membros dos meios de comunicação social, o Departamento de Comércio dos EUA e, habitualmente, as agências de inteligência/serviços secretos.

Saturday, December 28, 2019

PT --Full Spectrum Dominance -- Capítulo Onze -- Parte 2

CAPÍTULO ONZE -- Parte 2


Africom, China e Guerras de Recursos/Matérias Primas
Apenas algumas semanas após o Presidente George W. Bush assinar a Ordem que criou o AFRICOM, o novo comando militar dos EUA dedicado à África, vários acontecimentos sinistros eclodiram no continente rico em minerais. Essas ocorrências sugeriam que um programa importante da Presidência Obama seria concentrar os recursos dos EUA - militares e outros – para lidar com as quatro áreas principais de África: a República do Congo; o Golfo da Guiné, rico em petróleo; a região de Darfur, rica em petróleo, no sul do Sudão; e cada vez mais, a “ameaça de pirataria” da Somália às rotas marítimas, no Mar Vermelho e no Oceano Índico. (21)
O continente africano contém o que a maioria dos geólogos acredita ser a riqueza mineral mais abundante do planeta. Com a China, a Rússia, a Índia e outros 'rivais' potenciais dos EUA a começar a desenvolver laços com várias nações africanas e com as suas matérias-primas, a resposta de Washington foi clara – prevalecer pela força militar.
A República Democrática do Congo tinha sido renomeada de República do Zaire, em 1997, quando as forças de Laurent Désiré Kabila (pai do Presidente Joseph Kabila) tinham terminado os trinta e dois anos do reinado de terror de Mobutu. Os moradores continuaram a designar o país como Congo-Kinshasa.
Mapa
O Grande Vale da Fenda (Rift), em África, possui a maior concentração de matérias primas do mundo e, consequentemente, é a causa das guerras pelo controlo das mesmas.

assange



At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

xmas





the way we live

MAN


THE ENTIRE 14:02' INTERVIEW IS AVAILABLE AT

RC



info@exopoliticsportugal.com

BJ 2 FEV


http://benjaminfulfordtranslations.blogspot.pt/


UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00h UTC


By choosing to educate ourselves and to spread the word, we can and will build a brighter future.

bj


Report 26:01:2015

BRAZILIAN

CHINESE

CROATIAN

CZECK

ENGLISH

FRENCH

GREEK

GERMAN

ITALIAN

JAPANESE

PORTUGUESE

SPANISH

UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT


BENJAMIN FULFORD -- jan 19





UPDATES ON THURSDAY MORNINGS

AT 08:00 H GMT

PressTV News Videos