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Sunday, July 4, 2021

PT — LARRY ROMANOFF –A História das Invenções Chinesas. O Presente e o Futuro. As Inovações Recentes do Desenvolvimento Tecnológico Chinês — July 04, 2021




A História das Invenções Chinesas. O Presente e o Futuro. As Inovações Recentes do Desenvolvimento Tecnológico Chinês


Por Larry Romanoff, 24 de Outubro de 2019

Tradução exlusiva para PRAVDA PT

 




A China, como nação, tem o mais longo e de longe o mais vasto registo de invenções na História Mundial. Estima-se agora de forma fiável que mais de 60% de todo o conhecimento existente no mundo actual teve origem na China, um facto varrido para debaixo do tapete pelo Ocidente.

 

Joseph Needham, um Bioquímico britânico, Historiador Científico e Professor na Universidade de Cambridge, é amplamente classificado como um dos intelectuais mais destacados do século XX. Os estudantes chineses de visita a Cambridge informaram-no, repetidamente, de que os métodos e descobertas científicas ocidentais discutidos nas suas aulas tiveram origem na China há séculos. Needham ficou tão intrigado que se tornou totalmente fluente em chinês, tendo depois viajado para a China para investigar. Descobriu inúmeras provas da verdade dessas alegações e decidiu permanecer na China para escrever um livro a fim de documentar o que considerava ser uma descoberta de grande importância para o mundo. Needham nunca completou a sua tarefa de catalogar a História da invenção chinesa. O seu único livro tornou-se em 26 livros e morreu em 1995, com o seu trabalho ainda hoje a ser continuado pelos seus alunos. O resumo da obra de Needham, elaborado por Robert Temple,  é uma boa introdução a este tópico. (1)

 


Ensinaram-nos na escola que a prensa de impressão de caracteres tipográficos móveis foi inventada na Alemanha por Johannes Gutenberg por volta do ano 1550. De maneira nenhuma. A China não só inventou o papel, como também a prensa de impressão com um conjunto de tipos gráficos móveis, que era de uso comum na China 1.000 anos antes do nascimento de Gutenberg. Foi-nos igualmente explicado de forma precisa que o inglês James Watt inventou a máquina a vapor. Não, não inventou. Os motores a vapor eram utilizados largamente, na China, 600 anos antes do nascimento de Watt. Existem textos e desenhos antigos datados para ilustrar e provar que os chineses descobriram e documentaram o "Triângulo de Pascal", 600 anos antes de Pascal o copiar, e os chineses enunciaram a Primeira Lei do Movimento de Newton, 2.000 anos antes de Newton.

 

Aplica-se o mesmo a milhares de invenções que o Ocidente afirma agora como sendo suas, mas onde existe documentação conclusiva para provar que tiveram origem na China centenas e, por vezes, milhares de anos antes do Ocidente as ter copiado. Não foi por nada que Marco Polo é descrito na China como "o grande ladrão da Europa". Os parágrafos seguintes são adaptados principalmente a partir da informação contida no livro de Robert Temple, que recomendo vivamente.  

Os chineses inventaram o sistema de número decimal, fracções decimais, números negativos e o zero, tão longe no passado que a origem se perde na névoa do tempo. Os chineses rastrearam manchas solares e cometas com tal pormenor e precisão que estes registos antigos ainda hoje são utilizados como base para a sua previsão e observação. Os chineses perfuravam o solo para obter gás natural há cerca de 2.500 anos, poços com 4.800 pés de profundidade, com condutas de bambu para conduzir o gás às cidades vizinhas. Os chineses foram pioneiros na exploração e utilização do carvão muito antes de este ser conhecido no Ocidente. Marco Polo e os comerciantes árabes maravilharam-se com a "pedra negra" que os chineses extraíam do solo, que ardia lentamente durante uma noite inteira.

Friday, July 2, 2021

The Gruesome Contest Between Two Soldiers Trying To Kill 100 With Their Samurai Swords

  


The Gruesome Contest Between Two Soldiers Trying To Kill 100 With Their Samurai Swords

By Wyatt Redd

Published January 16, 2018

During the Second Sino-Japanese War, a Japanese newspaper reported on the barbaric killing competition as though it were a sporting event.




Wikimedia CommonsAn article reporting on the “Contest to Cut Down 100 People.”

In 1937, during the Second Sino-Japanese War, the Empire of Japan invaded China, and for the next eight years, committed horrific atrocities against the civilian population. But while the international press was reporting on the brutality of Japanese troops, newspapers in Japan were looking for stories of wartime heroism. One of the stories they quickly settled on was that of two officers and an unusual contest.

Just after the start of the invasion, the Osaka Mainichi Shimbun ran an article titled “Contest to kill 100 People using a sword.” As the article explained, two officers, Tsuyoshi Noda and Toshiaki Mukai, had settled on a private competition to see which of them could be the first to kill 100 enemy soldiers with their katanas. By the time the paper first reported the story, the competition was already fierce.

“Since leaving Wuxi,” the paper reported, “one has already killed fifty-six men, and the other has succeeded in killing twenty-five.” Over the next few days, the paper followed the two soldiers, keeping careful track of their scores. “Second Lieutenant N broke into an enemy pillbox…[and] killed four enemy,” the paper continued, “When Second Lieutenant M heard this, he invaded an enemy camp at Henglinzen…and laid fifty-five enemy low with his sword.”

 

Thursday, July 1, 2021

PT -- LARRY ROMANOFF -- Propaganda e Meios de Comunicação Social -- Parte 2 -- Enganar em Larga Escala -- May 16, 2021

 





Propaganda e Meios de Comunicação Social -- Parte 2  

Enganar em Larga Escala -- 16 de Maio de 2021

Larry Romanoff para The SakerBlog, May16, 2021


Traduzido em exclusivo para a página PT do PRAVDA         

     

 

CHINESE   ENGLISH  PORTUGUESE SPANISH

 

Grande parte da atenção dos meios de comunicação social norte-americanos dirigida à China não está relacionada, de maneira nenhuma com notícias, mas faz parte de um extenso programa de propaganda concebido para infligir um enorme  desconforto ao governo chinês, utilizando a pressão política dos meios de comunicação social na tentativa de forçar a China a aceitar os interesses políticos e comerciais norte-americanos e europeus. É feito, frequentemente, na tentativa de atenuar a condenação de crimes empresariais (especialmente dos executivos de empresas, que estão potencialmente imunes a processos criminais nos EUA), ou para ajudar uma multinacional americana (ou europeia) a destruir as leis de consumo e de segurança alimentar de outros países. Este procedimento não se limita à China; uma obstrução mediática tão intensa pode ocorrer contra os melhores amigos, incluindo o Canadá, a Alemanha, a França e o Reino Unido.


O ponto importante desta questão é que uma inundação dos meios da comunicação social não acontece por acidente. Estas circunstâncias são criadas através de planificação, por meio de reuniões, discussões e estratégias organizadas para criar o maior desconforto e pressão política e quase certamente irão envolver a empresa, muitos membros dos meios de comunicação social, o Departamento de Comércio dos EUA e, habitualmente, as agências de inteligência/serviços secretos.

33 Disturbing Photos Of The Second Sino-Japanese WarThat Reveal Why China Is World War II’s Forgotten Victim By Mark Oliver

 33 Disturbing Photos Of The Second Sino-Japanese WarThat Reveal Why China Is World War II’s Forgotten Victim

By Mark Oliver | Checked By Leah Silverman

Published December 6, 2018

Updated June 14, 2019

With as many as 20 million dead, China suffered more casualties during World War II than any other country except the Soviet Union.

 

33 Disturbing Photos Of The Second Sino-Japanese War That Reveal Why China Is World War II’s Forgotten Victim



Dead bodies of men, women, and children alike litter the steps of Nanking. 1937-1938.

View Gallery

The Start Of The Second Sino-Japanese War

The first shots of the Second Sino-Japanese War were fired on Sept. 18, 1931. Eight years before Germany would invade Poland and instigate World War II in Europe, three Japanese officers, looking for any excuse to invade China, planted a bomb near their railway tracks in Manchuria. They planned to blame the explosion on the Chinese and use the attack as justification for invading the country.

The bomb didn’t cause any immediate harm. It was deliberately far enough from the tracks that it barely even scratched the railway. In fact, ten minutes after the bomb went off, a train went across the damaged tracks without the slightest problem.

In those days, Japan had an unequivocal policy of militant imperialism. They were willing to do anything to extend their influence and capture the territory around them.

PT -- Manlio Dinucci -- A Arte da Guerra -- Vento de Tempestade Atlântica no Mar Negro

  

A Arte da Guerra

 Vento de Tempestade Atlântica no Mar Negro 

Manlio Dinucci

 


A Ucrânia e os E.U.A. estão a organizar conjuntamente o exercício no Mar Negro com a participação e apoio de 32 países no total: Albânia, Austrália, Brasil, Bulgária, Canadá, Dinamarca, Egipto, Estónia, França, Geórgia, Grécia, Israel, Itália, Japão, Letónia, Lituânia, Moldávia, Marrocos, Noruega, Paquistão, Polónia, Roménia, Senegal, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, e Estados Unidos.


ENGLISH   FRANÇAIS   ITALIANO   NEDERLANDS   PORTUGUÊS

Foi iniciada ontem a Sea Breeze, Briza Marítima, a grande manobra aeronaval oficialmente "organizada em conjunto, no Mar Negro, pelos Estados Unidos e pela Ucrânia". Os Estados Unidos, que a planeiam e comandam, são, portanto, os anfitriões neste mar próximo do território russo.  A Sea Breeze, que ocorre de 28 de Junho a 10 de Julho, é dirigida pelas Forças Navais USA/Africa, da qual faz parte  a Sexta Frota, com quartel general em Nápoles. Essa mesma manobra subentende exercícios de guerra naval, submarina, anfíbia, terrestre e aérea.   

Desde quando, em 1997,  teve início esta série de manobras anuais no Mar Negro, a edição de 2021 conta com o maior número de participantes: 32 países de seis continentes, com 5.000 militares, 18 equipas de forças especiais, 32 navios e 40 aviões de guerra.  Participam não são só países membros da NATO - Itália, Grã-Bretanha, França, Espanha, Grécia, Noruega, Dinamarca, Polónia, Bulgária, Roménia, Albânia, as três repúblicas bálticas, Turquia e Canadá - mas também países parceiros, principalmente a Ucrânia, Geórgia, Moldávia, Suécia e Israel. Entre os outros que enviaram forças militares para o Mar Negro, estão a Austrália, o Japão, a Coreia do Sul, o Paquistão, os Emirados Árabes Unidos, o Egipto, a Tunísia, Marrocos, Senegal e o Brasil. O facto de serem destacadas forças militares no Mar Negro, provenientes da Austrália e do Brasil, para a manobra em larga escala sob o comando dos EUA dirigida contra a Rússia, está de acordo com o que Joe Biden prometeu: "Como presidente, vou tomar medidas imediatas para renovar as alianças dos Estados Unidos e fazer com que a América, mais uma vez, lidere o mundo". A manobra de guerra do Mar Negro, a maior realizada até à data, mostra que os passos do Presidente Biden vão no sentido de uma escalada crescente contra a Rússia e, ao mesmo tempo, contra a China.

A Sea Breeze 2021, na realidade, foi iniciada a 23 de Junho, quando o navio de guerra britânico HMS Defender, navegando da Ucrânia para a Geórgia, entrou em águas territoriais da Crimeia. Um acto deliberadamente agressivo, reivindicado pelo Primeiro Ministro Boris Johnson, que declarou que a Grã-Bretanha pode novamente enviar os seus navios de guerra para essas águas, visto que não reconhece a "anexação da Crimeia Ucraniana" pela Rússia. Esta acção hostil, seguramente de acordo com os Estados Unidos, foi efectuada apenas uma semana após a Cimeira Biden-Putin, descrita pelo Presidente dos EUA como "boa e positiva", uma semana após o Presidente da Federação russa, Vladimir Putin ter advertido na conferência de imprensa em Genebra: "Conduzimos exercícios militares dentro do nosso território, não levamos o nosso equipamento e as nossas tropas para perto das fronteiras dos Estados Unidos da América, como os EUA e os seus parceiros estão agora a fazer perto das nossas fronteiras”. Esta acção hostil foi implementada pela Grã-Bretanha somente duas semanas após a assinatura da Nova Carta do Atlântico com os Estados Unidos, na qual os Aliados têm a garantia de que podem sempre contar com "os nossos dissuasores nucleares" e que "a NATO continuará a ser uma aliança nuclear".

A violação deliberada das águas territoriais da Crimeia torna ainda mais perigosa, a manobra de guerra no Mar Negro. Tal acto, se repetido, pode ter como objectivo provocar uma resposta militar russa, possivelmente com alguns mortos ou feridos, para acusar Moscovo de agressão. Não é pura coincidência que na Administração Biden ocupem cargos importantes, alguns dos arquitectos do putsch da Praça Maidan, em 2014, tais como Victoria Nuland, a actual Subsecretária de Estado para os assuntos políticos. O putsch desencadeou a sequência dos acontecimentos que, com a ofensiva sangrenta contra os russos da Ucrânia, levou os habitantes da Crimeia - território russo passado para a Ucrânia, na era soviética, em 1954 - a decidir, com 97% dos votos num referendo popular, a separar-se de Kiev e reanexar-se à Rússia. Foi acusada pela NATO e pela UE de ter anexado ilegalmente a Crimea e foi submetida a sanções. Agora querem passar do confronto político para o confronto militar. Estão a brincar com o fogo e, também, com o fogo nuclear.

Manlio Dinucci

Il manifesto, 29 de Junho de 2021



Su BYOBLU, Canale 262 del digitale terrestre

Il Venerdì alle 20:30

PANGEA  GRANDANGOLO

RASSEGNA STAMPA INTERNAZIONALE

https://www.youtube.com/watch?v=fy3KY4CfwU8

Grandangolo allarga il campo dell’informazione, segnalando e commentando articoli, comunicati stampa, reportage, documenti, dichiarazioni e interviste, che compaiono su media e fonti ufficiali internazionali, ma vengono ignorati o deformati dai media mainstream del nostro paese.

ORARI DI TRASMISSIONE

VEN   20.30

Repliche

SAB    9.00 – 16.00

DOM  11.00 – 17.30

LUN    8.00 – 19.30

MAR   12.00 – 22.30

MER   17.00

GIOV  18.00

Thursday, June 17, 2021

US scientists report earliest known COVID-19 case a solid proof; next stage should be focused especially on the US: Chinese epidemiologist

  

CHINA / SOCIETY

US scientists report earliest known COVID-19 case a solid proof; next stage shouldbe focused especially on the US: Chinese epidemiologist

 

Next stage virus tracing should be focused on the US: epidemiologist

By GT staff reporters Published: Jun 16, 2021 10:21 PM

   




 

A recent US CDC report found #COVID19 antibodies in blood samples as early as Dec 13, 2019. With more & more evidence surfacing about the coronavirus' origins in places outside China before Wuhan detected it, the world is remapping the history of the #COVID19 pandemic. Infographic:GT



More scientific evidence in countries such as the US and France has emerged to suggest that those countries may have had COVID-19 cases way before they officially confirmed.

A US government study suggested that the coronavirus may have already been circulating among people one month earlier than it was officially confirmed, and French scientists also presented scientific evidence that the country's cases were caused by an indigenous virus strain prevailing before 2020. 

Chinese scientists urged that such evidence should not go unnoticed, and should serve as evidence that the next-stage virus-tracing investigations should be focused on countries which reported cases earlier than they previously identified, especially the US.

A study of more than 24,000 samples taken for a National Institutes of Health (NIH) research program in the US between January 2 and March 18, 2020 suggested that seven people in five states - Illinois, Massachusetts, Mississippi, Pennsylvania and Wisconsin - may have been infected well before the country's first confirmed cases that were reported in January 21, 2020. 

The results suggest that the virus may have been circulating in Illinois, for example, as early as in December 24, 2019, one month earlier than the US authorities confirmed. 

The data suggests the virus was in the five states far away from the initial hot spots and areas that were considered its points of entry into the country, the study said.

Zeng Guang, chief epidemiologist of the Chinese Center for Disease Control and Prevention, told Global Times on Wednesday that the US should be prioritized in the next-stage investigation, as the country was slow to test people at an early stage, and it possesses so many biological laboratories all around the world. "All bio-weapons related subjects that the country has should be subject to scrutiny," Zeng said.


Coronavirus was in US in late 2019, study finds

 Thursday, June 17, 2021, 12:03

Coronavirus was in US in late 2019, study finds

By Ai Heping



 

In this photo healthcare workers prepare a syringe with a vial of the J&J/Janssen COVID-19 vaccine at a temporary vaccination site at Grand Central Terminal train station on May 12, 202 in New York City. (PHOTO / AFP)

A United States government study published on Tuesday suggests that the coronavirus was infecting people in the US before causing a deadly outbreak in the Chinese city of Wuhan.

The outbreak hit Wuhan, Hubei province in late 2019. Officially, the first US infection to be identified was a Washington state man who returned from Wuhan on Jan 15 that year and sought help at a clinic on Jan 19.

The study's results suggest that the virus may have been circulating in Illinois, for example, as early as Dec 24, 2019, although the first case in that state was confirmed a month later.

The study was published online by the journal Clinical Infectious Diseases and was conducted by a team including researchers at the National Institutes of Health. They analyzed blood samples from more than 24,000 people across the country. The samples were collected in the first three months of 2020 as part of a long-term NIH research program called All of Us that seeks to track 1 million people in the US over the years to study Spokesman: US should work with WHO in tracing virus, the way China did their health.

Chinese Foreign Ministry spokesman Zhao Lijian said at the daily news briefing that the study proves once again that tracing the origin of the virus is a complicated scientific issue involving different countries and places

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At midday on Friday 5 February, 2016 Julian Assange, John Jones QC, Melinda Taylor, Jennifer Robinson and Baltasar Garzon will be speaking at a press conference at the Frontline Club on the decision made by the UN Working Group on Arbitrary Detention on the Assange case.

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